28/04/2016 – Os pequenos investidores da BM&FBovespa têm resistido à crise global, à recessão brasileira e aos consequentes juros altos. Segundo especialistas consultados pelo jornal O Globo, estes investidores buscam papéis mais líquidos e com histórico de solidez nos resultados, além de estarem atentos a oportunidades proporcionadas pela alta volatilidade do mercado. O levantamento foi feito com base nas informações fornecidas por companhias listadas à Comissão de Valores Mobiliários (CVM).
NOTÍCIAS RELACIONADAS
Os fundos mútuos de gestão ativa no Brasil tiveram dificuldade em superar seus benchmarks em 2016, de acordo com o estudo SPIVA publicado pela S&P Dow Jones Índices, que compara a performance destes produtos com seus respectivos benchmarks. No ano passado, somente 18% dos fundos ativos de renda variável tiveram desempenho superior ao S&P Brazil […]
A BM&FBOVESPA divulgou o resultado do segundo trimestre de 2016. A receita líquida somou R$ 574,5 milhões, com uma variação positiva de 3,6%, frente ao mesmo período do ano passado. As despesas também tiveram um aumento de 35,7% e totalizaram R$ 268,8 milhões. O prejuízo líquido foi de 114,4 milhões, queda de 136% frente ao […]
A rentabilidade dos fundos de pensão no primeiro trimestre ficou em 3,56%, acima da taxa de juros padrão calculada em 2,62% no período. Os dados são da Associação Brasileira das Entidades Fechadas de Previdência Complementar (Abrapp). O patrimônio total das entidades somou R$ 811 bilhões no final do primeiro trimestre. O déficit dos planos das […]