Boletim de Risco sinaliza alta nos indicadores de risco macroeconômico

O Boletim de Risco da CVM (Comissão de Valores Mobiliários) referente ao mês de julho sinalizou elevações nos indicadores de risco de liquidez, risco de mercado e risco macroeconômico, este assumindo o posto mais alto entre todos os indicadores do mapa de riscos. Paralelamente, houve nova queda no indicador de apetite pelo risco, este agora o menor entre todos.

A CVM esclareceu que a elevação do indicador de risco de mercado nesta edição deveu-se a sua componente de renda fixa, podendo ser demonstrada pelo comportamento de alta na volatilidade do índice de renda fixa nacional IMA-G. Por sua vez, a queda no indicador de apetite pelo risco pode ser atribuída à componente de renda variável nacional.

A publicação Boletim de Risco apresenta, mensalmente, os indicadores de risco dos mercados de capitais de economias avançadas e emergentes, especialmente do Brasil.

Saiba Mais

>> Veja a edição de julho do Boletim de Risco da CVM

NOTÍCIAS RELACIONADAS

Rentabilidade nominal da poupança é a melhor desde 2006

Segundo estudo divulgado pela consultoria Economatica no dia 11 de janeiro, a rentabilidade nominal da poupança em 2016 foi de 8,30%, valor que não era registrado desde 2006 quando o poupador ganhou 8,40% nominalmente. A rentabilidade anual da poupança cresceu pelo terceiro ano consecutivo: descontada a inflação (6,29%) medida pelo IPCA em 2016, o ganho […]

BM&FBOVESPA divulga balanço de operações de setembro

Em setembro, o segmento Bovespa movimentou R$ 139,23 bilhões, ante R$ 168,37 bilhões, registrados em agosto. A média diária foi de R$ 6,63 bilhões, ante R$ 7,32 bilhões. Foram realizados 18.510.934 negócios, ante 20.201.699 no mês anterior. A média diária de negócios atingiu 881.473, ante 878.335 em agosto. O valor de mercado (capitalização bursátil) das […]